Pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (16) com as intenções de voto para presidente da República nas eleições 2026 aponta Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança, com 41,6%, no principal cenário de primeiro turno e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece em segundo com 34,1%. Em relação ao levantamento anterior, Lula recuou 0,9 ponto porcentual e o senador perdeu 1,5 ponto porcentual. (Foto ilustração: Lula e Flávio Bolsonaro) Esse cenário principal apontou ainda Ronaldo Caiado (PSD), com 4,5%; Romeu Zema (Novo) com 3,5%; Renan Santos (Missão), 2,3%; Cabo Daciolo (Mobiliza), 1,1%; e Augusto Cury (Avante), 0,9%. Joaquim Barbosa (DC), substituto de Aldo Rebelo (DC), estreou na pesquisa com 2,1%. Já 3,7% não souberam ou não responderam e 6,3% declaram votar em branco, em ninguém ou que anularão os votos. Em um cenário só com cinco candidatos – sem Barbosa, Daciolo e Cury -, Lula teria 39,8%, Flávio Bolsonaro, 32,8%, Caiado, 8,5%, Zema, 5,3% e Renan Santos 3,5%. Em outro cenário sem Flávio Bolsonaro ou outro nome do bolsonarismo e do PL, Lula obteve 42,7%, Caiado 16,5%, Zema 13,5% e Renan Santos, 6,1%, ou seja, os três herdariam parte das intenções dos eleitores do senador do PL. Presidente seria reeleito no segundo turno A pesquisa apontou também a consolidação no quadro eleitoral em um eventual segundo turno com a vitória de Lula sobre todos os adversários apresentados até o momento. O atual presidente atingiu 48,1% das intenções de voto, alta de 0,4 ponto sobre os 47,7% do levantamento de maio e o senador avançou 0,7 ponto, para 42,9%. Lula venceria também Zema, por 48,5% a 34,9%, bateria Caiado, por 45% a 36,3% e Renan Santos, por 48,3% a 30,8%. Aprovação do presidente supera desaprovação A pesquisa Futura/Apex mostrou uma aprovação do presidente de Lula de 49,6%, maior que a desaprovação, de 47,7% dos entrevistados, o que ocorre pela primeira vez na série divulgada desde fevereiro. Em maio, Lula era aprovado por 44,9% e desaprovado por 51,8%. Já a avaliação do presidente Lula também melhorou e o total de ótimo e bom saiu de 37,5% para 39,8%. A soma de ruim e péssimo saiu de 45,7% para 41,4% e os que consideram regular saíram de 15,6% para 18% entre maio junho. A pesquisa ouviu 2.000 eleitores, em 861 municípios do País, durante os dias 8 e 12 de junho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01461/2026. (Por Gustavo Porto/moneytimes)



