O Brasil será sede, pela primeira vez, do Trade Event da International Cotton Association (ICA), um dos encontros mais tradicionais e relevantes do comércio mundial de algodão. A edição brasileira será realizada em São Paulo, de 12 a 14 de outubro de 2027, em parceria com o Cotton Brazil, programa desenvolvido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) em conjunto com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), para a promoção internacional do algodão brasileiro. A escolha do Brasil foi um dos temas de destaque durante o 23º Anea Cotton Dinner and Golf Tournament, realizado na última semana, em Angra dos Reis (RJ), reunindo exportadores, produtores, tradings, compradores internacionais, agentes, autoridades e lideranças da cadeia global da fibra. (Foto ilustração) Por conta da sinergia e da similaridade de públicos, excepcionalmente em 2027, o tradicional Anea Cotton Dinner & Golf Tournament será incorporado à grade do ICA Trade Event. Já em 2028, o calendário da Anea volta à normalidade. “A escolha do Brasil para sediar o Trade Event da ICA prova o novo lugar que o algodão brasileiro ocupa no mercado internacional. Será uma oportunidade para receber, em São Paulo, os principais agentes globais da fibra e mostrar de perto a qualidade, a organização e a capacidade de fornecimento do nosso país. Em 2027, a Anea concentrará seus esforços nessa agenda, ao lado do Cotton Brazil e da ICA”, afirma Dawid Wajs, presidente da Anea. O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Gustavo Piccoli, também destacou o posicionamento do Brasil como diferencial para a escolha da sede da ICA 2027. “Receber o evento da ICA em São Paulo no próximo ano é um marco que reflete a força e a credibilidade que o Brasil conquistou no mercado internacional. Será uma excelente oportunidade para mostrar o trabalho dos cotonicultores brasileiros e fortalecer ainda mais a conexão entre produtores, comerciantes e a indústria têxtil global. Avalia Gustavo Piccoli, presidente da Abrapa. (Ascom/ abrapa)



