{"id":14521,"date":"2026-08-24T06:01:15","date_gmt":"2026-08-24T09:01:15","guid":{"rendered":"https:\/\/ilheusnews.com.br\/?p=14521"},"modified":"2026-08-24T06:01:15","modified_gmt":"2026-08-24T09:01:15","slug":"como-o-olhar-digital-acompanha-a-revolucao-da-inteligencia-artificial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilheusnews.com.br\/?p=14521","title":{"rendered":"Como o Olhar Digital acompanha a revolu\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia artificial"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>Hoje, \u00e9 dif\u00edcil encontrar quem n\u00e3o tenha ouvido falar em ChatGPT. O chatbot da OpenAI chegou ao cotidiano de milh\u00f5es de pessoas, dividindo espa\u00e7o com ferramentas de empresas como Google, Microsoft, Meta e Anthropic. Para muita gente, conversar com uma intelig\u00eancia artificial para pesquisar informa\u00e7\u00f5es, escrever textos, programar ou criar imagens j\u00e1 faz parte da rotina. No in\u00edcio de 2023, por\u00e9m, explicar o que era o ChatGPT ainda era uma das tarefas da imprensa de tecnologia.<\/p>\n<p>Em janeiro daquele ano, o Olhar Digital publicou um guia para responder justamente a essas perguntas. <strong>\u201c<a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/2023\/01\/13\/dicas-e-tutoriais\/o-que-e-chatgpt-e-como-acessar-a-inteligencia-artificial-em-portugues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O que \u00e9 ChatGPT e como acessar a intelig\u00eancia artificial em portugu\u00eas<\/a>\u201d<\/strong> explicava o que era um modelo de linguagem, como funcionava e quais eram suas limita\u00e7\u00f5es. Naquele momento, o texto precisava apresentar uma tecnologia que ainda era novidade para boa parte do p\u00fablico \u2014 e explicar que o servi\u00e7o podia gerar textos, mas tamb\u00e9m poderia produzir informa\u00e7\u00f5es incorretas e conte\u00fado enviesado.<\/p>\n<p>Mas a hist\u00f3ria que levou at\u00e9 o ChatGPT havia come\u00e7ado alguns anos antes. Em 2019, <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/2019\/08\/29\/noticias\/inteligencia-artificial-perigosa-e-atualizada-para-escrever-fake-news\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">o Olhar Digital j\u00e1 acompanhava o GPT-2<\/a>, ent\u00e3o descrito como um sistema capaz de produzir textos convincentes a ponto de levantar preocupa\u00e7\u00f5es sobre desinforma\u00e7\u00e3o, spam e outros usos maliciosos. Em 2020, <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/2020\/08\/25\/noticias\/gpt-3-o-mais-poderoso-sistema-de-inteligencia-artificial-ja-criado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">a chegada do GPT-3<\/a> ampliou ainda mais essa discuss\u00e3o: o modelo tinha 175 bilh\u00f5es de par\u00e2metros e conseguia produzir textos sobre diferentes assuntos a partir de poucas amostras.<\/p>\n<p>Em dezembro de 2022, poucos dias depois de a OpenAI apresentar o ChatGPT, o Olhar Digital <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/2022\/12\/02\/pro\/openai-cria-um-amigo-virtual\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">publicou uma mat\u00e9ria chamando a ferramenta de <strong>\u201camigo virtual\u201d<\/strong><\/a> e mostrando alguns dos usos que come\u00e7avam a chamar aten\u00e7\u00e3o. A reportagem tamb\u00e9m registrava uma quest\u00e3o que continuaria acompanhando a evolu\u00e7\u00e3o dos modelos: apesar de serem capazes de produzir respostas convincentes, eles tamb\u00e9m podiam inventar informa\u00e7\u00f5es. De l\u00e1 para c\u00e1, a intelig\u00eancia artificial mudou \u2014 e a forma de acompanhar essa tecnologia tamb\u00e9m.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-desafio-de-acompanhar-uma-tecnologia-que-muda-tao-rapido\">O desafio de acompanhar uma tecnologia que muda t\u00e3o r\u00e1pido<\/h2>\n<p>Se acompanhar a intelig\u00eancia artificial j\u00e1 fazia parte da rotina de uma reda\u00e7\u00e3o de tecnologia antes do ChatGPT, o ritmo de desenvolvimento dos \u00faltimos anos tornou essa tarefa ainda mais complexa. Novos modelos, recursos e empresas surgem constantemente, enquanto tecnologias que pareciam experimentais passam rapidamente a fazer parte de produtos usados no dia a dia. Para quem cobre o setor, n\u00e3o basta saber que uma novidade foi anunciada: \u00e9 preciso entender o que mudou e qual \u00e9 o impacto real daquela tecnologia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/assinar\/\">Junte-se ao Clube Olhar Digital e acesse conte\u00fados exclusivos<\/a><\/p>\n<p>H\u00e1, por\u00e9m, uma particularidade no trabalho de um portal de not\u00edcias: nem sempre \u00e9 poss\u00edvel fazer toda essa avalia\u00e7\u00e3o antes de publicar a primeira not\u00edcia. O ritmo da cobertura \u00e9 acelerado, especialmente quando uma empresa anuncia um novo produto ou modelo. Uma informa\u00e7\u00e3o que acabou de ser divulgada pode deixar de ser novidade poucas horas depois. Por isso, a primeira etapa costuma ser noticiar o an\u00fancio e, depois, aprofundar a apura\u00e7\u00e3o quando o assunto justifica.<\/p>\n<p>Esse aprofundamento pode envolver testar a ferramenta, analisar benchmarks, consultar documentos e buscar especialistas. Nem toda novidade \u00e9 testada pela reda\u00e7\u00e3o, mas recursos que chamam a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, apresentam algum comportamento diferente ou levantam d\u00favidas podem ser colocados \u00e0 prova. E essa sele\u00e7\u00e3o \u00e9 discutida constantemente. A ideia \u00e9 entender melhor aquilo que foi anunciado e identificar, na pr\u00e1tica, suas possibilidades e limita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os benchmarks tamb\u00e9m exigem cuidado. Empresas costumam apresentar resultados de avalia\u00e7\u00f5es para mostrar que um modelo \u00e9 mais r\u00e1pido, inteligente ou capaz que os anteriores e que os concorrentes. Mas um resultado superior em determinado teste n\u00e3o significa necessariamente que o sistema seja melhor em todas as tarefas. \u00c9 preciso entender o que aquela avalia\u00e7\u00e3o mede, quais modelos foram comparados e em quais condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-existe-por-tras-de-uma-noticia-sobre-ia\">O que existe por tr\u00e1s de uma not\u00edcia sobre IA<\/h2>\n<p>Depois da not\u00edcia inicial, come\u00e7a uma parte menos vis\u00edvel do trabalho: descobrir o que, de fato, existe por tr\u00e1s de uma novidade. A reda\u00e7\u00e3o pode recorrer a pesquisas, documentos t\u00e9cnicos, demonstra\u00e7\u00f5es e resultados apresentados pelas pr\u00f3prias empresas, al\u00e9m de outras fontes capazes de colocar aquela informa\u00e7\u00e3o em contexto. Quando a quest\u00e3o \u00e9 complexa demais para ser compreendida apenas a partir desses materiais, entram os especialistas.<\/p>\n<p>O <strong>Olhar Digital<\/strong> consulta pesquisadores, profissionais do mercado, colunistas e especialistas independentes de acordo com o assunto. Entre as fontes que ajudam a reda\u00e7\u00e3o a entender temas relacionados \u00e0 tecnologia e \u00e0 intelig\u00eancia artificial semanalmente est\u00e3o Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inova\u00e7\u00e3o; Roberto Pena Spinelli, f\u00edsico e especialista em IA; \u00c1lvaro Machado Dias, neurocientista, professor da Unifesp e futurista; e Leandro Alvarenga, consultor de privacidade e seguran\u00e7a. Eles fazem parte do time de colunistas do Olhar Digital News, nossa live di\u00e1ria, e do nosso site.<\/p>\n<p>Esse processo parte de uma constata\u00e7\u00e3o simples: o jornalista n\u00e3o precisa saber tudo sobre a tecnologia que est\u00e1 cobrindo, mas precisa saber o que precisa entender antes de explic\u00e1-la ao leitor. \u00c9 parecido com preparar um bolo sem necessariamente conhecer todas as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas que fazem a receita funcionar. Quando aquela explica\u00e7\u00e3o \u00e9 importante para compreender uma hist\u00f3ria, \u00e9 preciso buscar quem consiga explicar o que acontece dentro do \u201cforno\u201d.<\/p>\n<p>A apura\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode envolver testar diretamente os sistemas. Isso acontece principalmente quando uma ferramenta apresenta algo diferente, curioso ou que levanta alguma suspeita de erro. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel testar tudo o que \u00e9 lan\u00e7ado no mercado, mas experimentar recursos que despertam interesse do p\u00fablico pode ajudar a transformar uma promessa em uma informa\u00e7\u00e3o mais concreta.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quando-a-inteligencia-artificial-tambem-vira-ferramenta-de-trabalho\">Quando a intelig\u00eancia artificial tamb\u00e9m vira ferramenta de trabalho<\/h2>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o da reda\u00e7\u00e3o com a intelig\u00eancia artificial n\u00e3o acontece apenas nas mat\u00e9rias publicadas. \u00c0 medida que essas ferramentas evolu\u00edram, elas tamb\u00e9m passaram a fazer parte da rotina de produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica. A ado\u00e7\u00e3o n\u00e3o aconteceu de uma hora para outra e foi acompanhada de muita cautela, mas hoje a IA j\u00e1 est\u00e1 presente em diferentes etapas do trabalho \u2014 como uma ferramenta de apoio, e n\u00e3o como substituta do jornalista.<\/p>\n<p>Um dos impactos mais concretos aparece nas entrevistas. Durante muito tempo, transformar uma conversa gravada em texto significava ouvir novamente todo o material e fazer a transcri\u00e7\u00e3o manualmente, um processo que podia consumir horas. Hoje, praticamente toda ferramenta de videochamada oferece algum recurso de transcri\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica, al\u00e9m de existirem servi\u00e7os espec\u00edficos para essa tarefa que utilizam IA.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a parece simples, mas representa uma economia significativa de tempo. A ferramenta transforma a grava\u00e7\u00e3o em texto e deixa para o jornalista uma etapa que exige muito mais decis\u00e3o: conferir o material, identificar as declara\u00e7\u00f5es relevantes, selecionar os trechos que ser\u00e3o utilizados e contextualiz\u00e1-los na reportagem. A IA n\u00e3o faz a entrevista nem decide o que deve ser publicado; ela reduz uma parte mec\u00e2nica do processo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/assinar\/\"><\/a><a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/assinar\/\">Junte-se ao Clube Olhar Digital e acesse conte\u00fados exclusivos<\/a><\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m mudou. Ferramentas de IA podem ajudar a encontrar caminhos para uma apura\u00e7\u00e3o, organizar informa\u00e7\u00f5es ou localizar documentos e p\u00e1ginas relevantes. Mas existe uma diferen\u00e7a importante entre usar uma IA para encontrar uma fonte e usar a resposta da IA como fonte. Quando uma ferramenta indica um link, o material original precisa ser aberto e conferido.<\/p>\n<p>Esse cuidado ficou ainda mais importante \u00e0 medida que os sistemas melhoraram. No in\u00edcio da populariza\u00e7\u00e3o dessas ferramentas, era comum encontrar informa\u00e7\u00f5es inventadas durante pesquisas. Hoje, esse tipo de problema se tornou menos frequente, mas a resposta de uma IA ainda n\u00e3o \u00e9 tratada como informa\u00e7\u00e3o definitiva. A fonte original continua sendo o ponto de verifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na rotina, diferentes ferramentas tamb\u00e9m acabam sendo usadas para diferentes necessidades. O ChatGPT pode ajudar na organiza\u00e7\u00e3o de fluxos de trabalho e na gera\u00e7\u00e3o de imagens; o Modo IA da busca do Google pode facilitar a localiza\u00e7\u00e3o de links; o Notebook Gemini, antigo NotebookLM, pode ser usado para consultar documentos; o TurboScribe, para transcrever entrevistas; e o Claude, para auxiliar na revis\u00e3o de textos, por exemplo.<\/p>\n<p>A gera\u00e7\u00e3o de imagens, por outro lado, tem um uso mais pontual. Em geral, bancos de imagens e fotos oficiais continuam sendo a op\u00e7\u00e3o preferida, mas existem situa\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o h\u00e1 uma fotografia adequada ou em que uma imagem criada artificialmente consegue representar um conceito que seria dif\u00edcil de explicar apenas com texto. Nesses casos, a IA pode funcionar como mais uma possibilidade de ilustra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No fim, a escolha da ferramenta depende da tarefa. N\u00e3o existe uma \u00fanica IA que resolva todas as necessidades da reda\u00e7\u00e3o, assim como n\u00e3o existe uma ferramenta que substitua todas as etapas do trabalho jornal\u00edstico. A preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 fazer com que a tecnologia interfira o m\u00ednimo poss\u00edvel nas decis\u00f5es que continuam sendo responsabilidade do jornalista.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-problema-de-informar-sobre-uma-tecnologia-que-tambem-produz-informacao\">O problema de informar sobre uma tecnologia que tamb\u00e9m produz informa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A intelig\u00eancia artificial tamb\u00e9m mudou o ambiente em que o jornalismo \u00e9 produzido. Se antes a internet era principalmente o lugar onde o jornalista encontrava informa\u00e7\u00f5es publicadas por outras pessoas, hoje ela tamb\u00e9m est\u00e1 cheia de textos, imagens e outros conte\u00fados produzidos ou modificados por sistemas de IA. Isso cria uma camada adicional de verifica\u00e7\u00e3o para quem precisa separar informa\u00e7\u00e3o confi\u00e1vel de conte\u00fado que apenas parece convincente.<\/p>\n<p>O problema n\u00e3o est\u00e1 apenas em identificar se determinado material foi feito por uma intelig\u00eancia artificial. Mesmo quando a origem \u00e9 conhecida, ainda \u00e9 preciso avaliar se a informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 correta. Modelos de linguagem podem produzir respostas coerentes e bem fundamentadas na apar\u00eancia, mas que cont\u00eam erros ou informa\u00e7\u00f5es inventadas.<\/p>\n<p>Essa preocupa\u00e7\u00e3o j\u00e1 fazia parte da cobertura do <strong>Olhar Digital<\/strong> antes da populariza\u00e7\u00e3o do ChatGPT. Em 2020, ao falar sobre o GPT-3, <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/2020\/06\/09\/noticias\/novo-sistema-de-ia-gera-textos-convincentes-capazes-de-enganar-humanos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">a reda\u00e7\u00e3o registrava preocupa\u00e7\u00f5es<\/a> relacionadas a poss\u00edveis usos para desinforma\u00e7\u00e3o, spam, phishing e outros abusos. Na mat\u00e9ria sobre o ChatGPT publicada no <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/2022\/12\/02\/pro\/openai-cria-um-amigo-virtual\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">fim de 2022<\/a>, tamb\u00e9m aparecia a capacidade de o sistema inventar informa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o existiam.<\/p>\n<p>Hoje, essa quest\u00e3o ganhou uma dimens\u00e3o maior porque a IA deixou de ser apenas o assunto da not\u00edcia e passou a fazer parte do pr\u00f3prio processo de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es. Para uma reda\u00e7\u00e3o que acompanha essa tecnologia diariamente, isso significa manter uma pergunta b\u00e1sica em diferentes etapas da apura\u00e7\u00e3o: ser\u00e1 que \u00e9 isso mesmo?<\/p>\n<p>A intelig\u00eancia artificial mudou muito desde aquelas primeiras mat\u00e9rias sobre GPT-2, GPT-3 e ChatGPT. A cobertura tamb\u00e9m mudou com ela. O que permanece \u00e9 a necessidade de entender a tecnologia antes de explic\u00e1-la, verificar aquilo que pode estar errado e encontrar especialistas quando uma quest\u00e3o exige conhecimento que vai al\u00e9m da pr\u00f3pria reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/assinar\/\"><\/a><a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/assinar\/\">Junte-se ao Clube Olhar Digital e acesse conte\u00fados exclusivos<\/a><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/2026\/08\/24\/inteligencia-artificial\/como-o-olhar-digital-acompanha-a-revolucao-da-inteligencia-artificial\/\">Como o Olhar Digital acompanha a revolu\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia artificial<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/\">Olhar Digital<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje, \u00e9 dif\u00edcil encontrar quem n\u00e3o tenha ouvido falar em ChatGPT. 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